Para um terço da população portuguesa, a chegada da primavera não é exatamente motivo de festa. Rinites, conjuntivites, asma e crises de pele são companhias frequentes entre março e junho. A boa notícia: há muito que se pode fazer.

1. Antecipar a medicação

Os anti-histamínicos funcionam melhor quando começam a ser tomados antes do início dos sintomas. Se já sabe que tem rinite alérgica, não espere pelo primeiro espirro: combine com o seu médico um plano para começar duas semanas antes da estação crítica.

2. Acompanhar os boletins polínicos

A Sociedade Portuguesa de Alergologia publica boletins semanais com a concentração de pólenes por região. Em dias de pico, evite atividades ao ar livre nas primeiras horas da manhã.

3. Não subestimar os ácaros

Com o aumento de temperatura, os ácaros proliferam. Lave a roupa de cama a 60 °C, use coberturas anti-ácaros nos colchões e ventile bem o quarto todos os dias.

4. Lavar as vias aéreas

A lavagem nasal com soro fisiológico é um dos gestos mais simples e eficazes. Faz duas vezes por dia, especialmente ao chegar a casa.

5. Não ignorar a asma

Se tem asma, a primavera exige vigilância extra. A medicação preventiva não é facultativa — é o que evita as crises.